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I started a quest to find terrific blues music and incredible musicianship when I was just a little kid. I also have a tremendous appreciation of fine musical instruments and equipment. One of my greatest joys all of my life was sharing my finds with my friends. I'm now publishing my journey. I hope that you come along!


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Monday, March 4, 2013

Luiz Rocha

Vivendo única e exclusivamente de suas atividades com a harmônica de boca, tais como shows e aulas, Luiz Rocha também comercializa seu próprio método de gaita. Seus dez anos de estrada e seis de carreira solo, renderam-lhe o mérito de gaitista referência na Bahia. Com um CD lançado essencialmente de blues rock – o álbum Pise Fundo - Luiz também soma com sua gaita em shows e gravações de artistas dos mais variados gêneros musicais. Seja do Pop ao Reggae, do Forró ao Samba ou do Sertanejo à Moda de Viola, ele desfaz a falsa impressão de que o instrumento é restrito ao blues e outros rítmos americanos. Autodidata, Luiz ingressou na música ao violão no final dos anos 90. Inspirado no Country Music do cantor-norte americano Alan Jackson, tocou em bares e integrou bandas do gênero como Os Mustangs e Winchesters, sempre como backing vocal e violonista base. Mas foi após ouvir a canção “Walkin’ With Snooky” (Snooky Pryor) em 2001 que se interessou mais pela gaita, se identificando muito com o Blues, principalmente após ouvir a banda Blues Etílicos (Flávio Guimarães). Desde então decidiu explorar a sonoridade do instrumento, inserindo-o com mais frequência em seu repertório e procurando conhecer outros gaitistas mais experientes como Yberê Camargo, que no final de 2003, lhe ensinou a amplificar o som da gaita. Através de Yberê, Luiz passou a ouvir os grandes mestres da gaita blues de Chicago desde os veteranos Little Walter, James Cotton, Junior Wells aos mais modernos como Sugar Blue. Foi neste momento que ele passou a investir na carreira de gaitista, acompanhando diversos trabalhos e formando sua primeira banda de blues – Delta Blue – com o guitarrista soul man norte americano Lon Bové. Este último influenciou bastante em seu amadurecimento musical. Paralelamente Luiz acompanhou com violão e gaita, entre 2001 e 2005, ora acústico, ora com banda, o artista country e sertanejo Paulo Raio. Foi praticamente quem o introduziu na rotina de um músico profissional estendendo sua agenda para outros bares, restaurantes, festas de empresas, rodeios e eventos agropecuários em cidades do interior da Bahia e até outros estados, como Ceará e São Paulo. Neste trabalho, em épocas de festas Juninas, por vezes Luiz substituía o sanfoneiro do grupo o que contribuiu para que ele desenvolvesse no “gogó” a rítmica que estes músicos empregam ao fole no movimentar dos braços. Assim Luiz aprendeu a transitar com seu instrumento em ritmos nordestinos. Isso somado ao estudo paralelo de grandes referências da gaita que possuem a percussividade como característica principal no estilo de tocar o levou a desenvolver uma técnica rítmica apurada. Em 2004 Luiz entrou em contato com o gaitista carioca Jefferson Gonçalves que o influenciou a ouvir nomes como Peter Madcat e Sonny Terry, gaitistas essenciais na formação de seu estilo. Além destes três, também estudou a técnica de feras no instrumento como Sugar Blue, Mark Ford, Andy Just e J.J. Milteau, que lhe deram o caminho para a execução de solos mais precisos e melódicos e o inspiram até hoje. Iniciando carreira solo em 2006, tornou-se endorsee da Bends Harmônicas (fábrica de gaitas de São Paulo que infelizmente fechou as portas em 2011), participando três anos consecutivos em shows no stand da marca na Expo Music (SP). Em 2008 lançou Pise Fundo - primeiro álbum de um gaitista soteropolitano - cuja faixa intitulada “Até Ontem” esteve entre as cinco finalistas na categoria “Show do Ano” no prêmio Bahia de Todos os Rocks (Grammy do rock baiano). Sua versatilidade lhe rendeu participações em discos e shows de artistas como Álvaro Assmar, Alex Goes, Paulo Raio, Ivete Sangalo (menu de inicialização do DVD Pode Entrar), Adão Negro e Peter Tosh. Lecionando com método próprio há pouco mais de cinco anos, seu "método em áudio" tonou-se bastante popular entre os principiantes de diversas regiões do país. Sempre interessado em pesquisar sobre a história da gaita e focado em criar formas de dar maior visibilidade ao instrumento que toca, Luiz Rocha percebeu, a partir de constantes visitas às lojas de instrumentos musicais e no convívio com seus alunos e amigos gaitistas, a necessidade de viabilizar um espaço de interesses voltados à difusão do instrumento em Salvador. Assim criou o Papo de Gaita - rede social que congrega fãs da harmônica de boca, promovendo a troca de informações e o fomento à cultura da gaita através de shows, workshops, jams, encontros, criação de sites, blogs e grupos de discussão. Este projeto o levou a renovar o convívio com seu ex-aluno Breno Pádua e conhecer Ramon El-Bachá, integrantes do seu novo grupo musical, o Trio de Gaitas Zona Harmônica.

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